Buser chama Carlos Tramontina para apresentar o “Seis e Buser” e transforma o meme em telejornal
Na campanha “Não viajar custa caro”, o jornalista estreia como garoto-propaganda da Buser à frente de um telejornal fictício com notícias absurdas sobre conforto no ônibus. A marca não pegou carona no meme: contratou o protagonista dele.
A Buser encontrou o âncora ideal para falar de ônibus: o jornalista que a internet já tinha associado ao assunto. Em 30 de setembro, a plataforma de viagens rodoviárias lançou a campanha “Não viajar custa caro”, estrelada por Carlos Tramontina, que estreia como garoto-propaganda da marca à frente de um telejornal fictício, o “Seis e Buser”. A referência é o meme “seis e ônibus”, protagonizado pelo próprio Tramontina e apontado pelo GKPB como um dos mais conhecidos da internet.
Notícias absurdas, tom de bancada
No “Seis e Buser”, Tramontina apresenta com a seriedade de sempre notícias que não fazem o menor sentido, todas sobre o conforto e o prazer de viajar de ônibus. Entre as manchetes estão uma passageira que pede uma poltrona em casamento, um homem que dorme três dias seguidos depois de visitar a família em outra cidade e um coach “anticonforto” flagrado descansando a bordo de um ônibus da Buser. Todo boletim termina com a mesma assinatura: “Todo mundo merece viajar gostoso”.
Um telejornal inteiro nas redes
O programa se desdobra em formatos que imitam a grade de um telejornal: pílulas de notícias, “Giro de Notícias”, “Notícias Literais”, um boletim diário nos stories e até uma “Previsão do Tempo”, em que Tramontina também vira o homem do tempo. Segundo o Meio & Mensagem e o GKPB, as peças circulam nas redes sociais da marca, com reels publicados no perfil @buser. Nenhuma das duas publicações informa a agência responsável.
Ao GKPB, Luiza Guimarães, gerente de marketing da Buser, contou que a marca queria brincar com essa história havia algum tempo, mas precisava de um contexto que fizesse sentido para ela, e o formato de telejornal resolveu a questão. Ela também destacou como especial “o fato de ele ter entrado na brincadeira e topado rir de si mesmo”.
