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As avós da OpenAI voltam, agora para colocar o ChatGPT Voice para trabalhar

Na nova fase da campanha "Get Stuff Done With ChatGPT Voice", feita dentro de casa pela OpenAI, as personagens lançadas em julho usam comandos de voz para criar documentos e acionar apps enquanto dirigem ou passeiam com o cachorro.

As avós da OpenAI voltam, agora para colocar o ChatGPT Voice para trabalhar
Reprodução/YouTube OpenAI

A OpenAI colocou no ar em setembro “Get Stuff Done With ChatGPT Voice”, nova fase da campanha que em julho apresentou a versão renovada do modo de voz do ChatGPT. As protagonistas são as mesmas: um trio de senhoras que já tinha estrelado o filme anterior. A série foi produzida internamente pela própria OpenAI, sem agência externa creditada, segundo o B9, a The Stable e o espanhol Periódico PublicidAD.

De conversa a tarefa

Em julho, a missão era mostrar que falar com a IA podia ser tão natural quanto conversar com alguém. O filme de lançamento, com quase quatro minutos no YouTube, acompanhava as três avós planejando uma viagem para Santorini, checando anotações de uma aula e traduzindo uma conversa em francês em tempo real, de acordo com o Branding in Asia e o ContentGrip. O pano de fundo técnico era o GPT-Live, nova geração de modelos de voz capaz de ouvir e falar ao mesmo tempo, lidando com pausas e interrupções.

Agora, o foco muda de papo para produtividade. As personagens aparecem dirigindo, passeando com o cachorro e fazendo outras coisas longe do computador, enquanto pedem ao assistente que inicie tarefas, crie documentos e busque informações em aplicativos conectados. Segundo o B9, a campanha acompanha atualizações recentes: o ChatGPT Voice passou a acessar plugins e apps conectados e, no ChatGPT Work, comandos falados podem iniciar a criação de documentos, apresentações e planilhas.

Menos ficção científica, mais agenda cheia

A escolha narrativa tira a IA do terreno futurista e a coloca na rotina. Como resume Carlos Merigo, fundador do B9, na análise da campanha: “A avó está ocupada e tem coisa para fazer.” A graça do filme está justamente aí: as protagonistas não estão aprendendo a usar tecnologia. Elas estão usando tecnologia para dar conta do dia, como qualquer pessoa com muita coisa para resolver.

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